Corta o cabelo e corre
É tempo de me reformular.
É tempo de deixar velhos costumes para trás.
É tempo de criar novos hábitos.
Não sei porque é que preciso de expressar a minha mudança aqui, neste blogue (que deixo completamente descuidado durante o restante tempo), e não é que não me sinta feliz comigo mesma. Mas, tal como o Gaguinho do livro "Quem mexeu no meu queijo?"* também eu estou a aprender a não me deixar molengar, a não me deixar estar relaxada e inconsciente do que se passa à minha volta. Também estou a aprender a não me deixar por evoluir.
E, a cada novo momento, nova etapa, sinto cada vez mais a necessidade de não parar, de construir mais e diferente. Mas principalmente, ser mais construtiva naquilo que faço. Não só mudar para mudar, mas mudar para ser melhor.
Sim, o discurso pode ser repetido over and over again, mas é isso mesmo. Chega um momento em que começamos a perceber que o queijo está velho e percebemos que queremos algo mais e algo melhor, que existe um queijo bem melhor noutro lugar e que temos de nos mover logo*.
Já alguma vez sentiram que, sim, estavam bem, mas podiam estar melhor, ser melhores, ficar melhor. Andam com uma excelente produtividade, comem bem, fazem exercício, têm amigos e uma vida social fantástica. Mas existe sempre, sempre, sempre algo onde podemos evoluir. Ou mudar.
Acho que chegou a altura de "cortar o cabelo curto", de mudar a rotina, de mudar a atitude. Acho que chegou a altura de construir uma pessoa diferente. Em vez de ficar sentada no sofá, literal e metaforicamente.
Existem alguns queijos que quero encontrar ao longo do meu percurso de mudança, mas o caminho que me permite chegar queijo que eu desejo, que eu me imagino a saborear no final da jornada, no meu Destino, terá sempre a mesma guideline:
Ser uma pessoa melhor. Ter mais amor - para mim e para os outros.
Um grande beijinho amoroso e até à próxima!
Margarida
(Vou colocar alarmes no telemóvel para não voltar cá apenas para o próximo ano!)
*"Quem mexeu no meu queijo?" é um pequeno conto inspirador, escrito por Dr. Spencer Johnson.
A sério, têm de ler este livro.
É tempo de deixar velhos costumes para trás.
É tempo de criar novos hábitos.
Não sei porque é que preciso de expressar a minha mudança aqui, neste blogue (que deixo completamente descuidado durante o restante tempo), e não é que não me sinta feliz comigo mesma. Mas, tal como o Gaguinho do livro "Quem mexeu no meu queijo?"* também eu estou a aprender a não me deixar molengar, a não me deixar estar relaxada e inconsciente do que se passa à minha volta. Também estou a aprender a não me deixar por evoluir.
E, a cada novo momento, nova etapa, sinto cada vez mais a necessidade de não parar, de construir mais e diferente. Mas principalmente, ser mais construtiva naquilo que faço. Não só mudar para mudar, mas mudar para ser melhor.
Sim, o discurso pode ser repetido over and over again, mas é isso mesmo. Chega um momento em que começamos a perceber que o queijo está velho e percebemos que queremos algo mais e algo melhor, que existe um queijo bem melhor noutro lugar e que temos de nos mover logo*.
Já alguma vez sentiram que, sim, estavam bem, mas podiam estar melhor, ser melhores, ficar melhor. Andam com uma excelente produtividade, comem bem, fazem exercício, têm amigos e uma vida social fantástica. Mas existe sempre, sempre, sempre algo onde podemos evoluir. Ou mudar.
Acho que chegou a altura de "cortar o cabelo curto", de mudar a rotina, de mudar a atitude. Acho que chegou a altura de construir uma pessoa diferente. Em vez de ficar sentada no sofá, literal e metaforicamente.
Existem alguns queijos que quero encontrar ao longo do meu percurso de mudança, mas o caminho que me permite chegar queijo que eu desejo, que eu me imagino a saborear no final da jornada, no meu Destino, terá sempre a mesma guideline:
Ser uma pessoa melhor. Ter mais amor - para mim e para os outros.
Um grande beijinho amoroso e até à próxima!
Margarida
(Vou colocar alarmes no telemóvel para não voltar cá apenas para o próximo ano!)
*"Quem mexeu no meu queijo?" é um pequeno conto inspirador, escrito por Dr. Spencer Johnson.
A sério, têm de ler este livro.
Após quase me enfiares o texto pelos olhos... devo confessar que está bom! Muito tu definitivamente.
ResponderEliminarConcordo contigo e creio que me acabas-te de convidar a terminar a minha própria inércia... por isso, quando finalmente vires o comentário, vai ao meu blog (que também vou tratar de atualizar)
Tão querida! Obrigada :D Já fui ver o teu blogue e aguardo mais actualizações!
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