Dúvidas
Há coisas que nós fazemos, que sabemos que valem a pena. Há as pequenas coisas que nos trazem satisfação imediata ou que nos permite ter as consequências logo a seguir.
Depois existem investimentos a longo prazo. Dependendo daquilo que queremos e esperamos obter vamos investir mais ou menos. É um processo longo, duro, com muitas voltas.
E depois chega a altura em que nos perguntamos se é mesmo isso que queremos fazer, Se estamos a investir naquilo que é certo. Ou se todo este investimento irá alguma dia valer a pena, não só dando-nos as coisas pelas quais lutámos mas também fazendo-nos felizes. Esforçamo-nos e dedicamos muito tempo, esforço, motivação, até um bocadinho do nosso Eu para concretizar a meta que estabelecemos há tanto tempo, E então paramos e perguntamos se no final, se os resultados, se a nossa vida quando alcançarmos os nosso objectivos será feliz. Ou se tudo o que empenhámos até agora não foi um desperdício, não foi forçado, não foi um erro.
E agora? Será este um momento de loucura? Um momento em que tudo deixa de fazer sentido e nos entregamos ao desespero? Será que vou lavar a cara e os olhos e um dia olhar para isto e pensar o quão idiota deveria ser por pensar assim? Ou será este o rasgo de lucidez no meio de toda uma vida movida por escolhas racionais? Será este o momento de viragem? O momento que nos revela o nosso verdadeiro Eu não condicionado?
Conclusão filosófica: a vida é uma incógnita.
Talvez daqui as uns anos tenha outro rasgo de lucidez/loucura e tente encontrar um novo rumo.
Depois existem investimentos a longo prazo. Dependendo daquilo que queremos e esperamos obter vamos investir mais ou menos. É um processo longo, duro, com muitas voltas.
E depois chega a altura em que nos perguntamos se é mesmo isso que queremos fazer, Se estamos a investir naquilo que é certo. Ou se todo este investimento irá alguma dia valer a pena, não só dando-nos as coisas pelas quais lutámos mas também fazendo-nos felizes. Esforçamo-nos e dedicamos muito tempo, esforço, motivação, até um bocadinho do nosso Eu para concretizar a meta que estabelecemos há tanto tempo, E então paramos e perguntamos se no final, se os resultados, se a nossa vida quando alcançarmos os nosso objectivos será feliz. Ou se tudo o que empenhámos até agora não foi um desperdício, não foi forçado, não foi um erro.
E agora? Será este um momento de loucura? Um momento em que tudo deixa de fazer sentido e nos entregamos ao desespero? Será que vou lavar a cara e os olhos e um dia olhar para isto e pensar o quão idiota deveria ser por pensar assim? Ou será este o rasgo de lucidez no meio de toda uma vida movida por escolhas racionais? Será este o momento de viragem? O momento que nos revela o nosso verdadeiro Eu não condicionado?
Conclusão filosófica: a vida é uma incógnita.
Talvez daqui as uns anos tenha outro rasgo de lucidez/loucura e tente encontrar um novo rumo.
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